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CAF mostra abertura ao projeto de Infantino para ceder quotas das

A CAF foi a primeira confederação a não se opor de imediato ao projeto da FIFA para ceder quotas das receitas da Copa do Mundo a investidores privados. A proposta, defendida por Gianni Infantino como “uma oportunidade, não uma obrigação”, será analisada pelo Comité Executivo da CAF, que também convidou as federações africanas a participar no processo de consulta do programa “FIFA Forward Enterprise”. UEFA, AFC e CONCACAF já haviam assumido posições críticas. A abertura africana pode influenciar o debate global nas próximas semanas.

30 de julho de 2026
CAF mostra abertura ao projeto de Infantino para ceder quotas das

CAF mostra abertura ao projeto de Infantino para ceder quotas das

De acordo com Tuttomercatoweb.

Por que isto importa

A abertura da CAF ao projeto da FIFA pode ter um impacto significativo no futuro do financiamento do futebol, especialmente em África. Enquanto outras confederações, como a UEFA e a CONCACAF, expressaram críticas, a disposição da CAF para dialogar pode influenciar a forma como as receitas do Mundial 2026 serão distribuídas e utilizadas para o desenvolvimento do futebol no continente. Este movimento também poderá moldar a discussão global sobre a participação de investidores privados nas receitas do Mundial.

Principais conclusões

  • CAF mostra abertura ao projeto de Infantino para ceder quotas das.
  • A CAF foi a primeira confederação a não se opor de imediato ao projeto da FIFA para ceder quotas das receitas da Copa do Mundo a investidores privados.
  • Infantino non incassa solo no: la CAF disposta a schierarsi con il suo progetto.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) tornou-se a primeira grande confederação a não se colocar frontalmente contra o novo projeto da FIFA, que contempla a possível cessão de quotas das futuras receitas da Copa do Mundo a investidores privados. Numa altura em que várias vozes no futebol internacional têm condenado a iniciativa, a CAF assumiu uma posição de abertura ao diálogo, distinguindo-se das respostas mais críticas já tornadas públicas por UEFA, AFC e CONCACAF.

Segundo a informação partilhada, a FIFA, liderada por Gianni Infantino, apresentou o plano como “uma oportunidade, não uma obrigação”, sublinhando que a meta é gerar novas fontes de financiamento para reforçar os programas de desenvolvimento do futebol a nível global. Em comunicado, a CAF confirmou ter recebido a proposta e adiantou que o seu Comité Executivo vai analisá-la ao pormenor já na próxima semana, antes de avançar para deliberações mais amplas.

Paralelamente, o organismo que tutela o futebol africano convidou todas as federações nacionais do continente a examinarem o projeto, identificado como “FIFA Forward Enterprise”, e a participarem ativamente no processo de consulta lançado pela entidade que governa o futebol mundial. A confederação frisou que a prioridade permanece inalterada: aumentar os recursos financeiros e os instrumentos disponíveis para o crescimento do futebol em África e no resto do mundo, encarando, por isso, a proposta como uma oportunidade a avaliar em profundidade e não como algo a rejeitar à partida.

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Esta tomada de posição representa, no mínimo, o primeiro sinal de receptividade política ao plano de Infantino entre as confederações, ainda que numa fase preliminar de análise. Ao contrário do que já foi transmitido por UEFA, AFC e CONCACAF — que se mostraram abertamente críticas em relação à ideia —, a CAF abre espaço para um debate técnico e institucional que pode vir a influenciar o rumo da discussão internacional nas próximas semanas.

O contexto desportivo e comercial também ajuda a enquadrar o tema. O próximo Mundial, em 2026, terá uma dimensão inédita, com 48 seleções e 104 jogos repartidos pelos Estados Unidos, México e Canadá. Um evento desta escala exige estruturas financeiras e logísticas de grande envergadura, pelo que não surpreende que a FIFA procure modelos adicionais de captação de investimento. Ainda assim, a proposta que está agora em cima da mesa será escrutinada pelos órgãos competentes, com a CAF a sinalizar que quer ouvir as suas federações e trabalhar de perto com todas as partes interessadas antes de tomar qualquer posição definitiva.

Para já, não há prazos públicos além da reunião do Comité Executivo da CAF na próxima semana, nem detalhes adicionais sobre eventuais formatos de participação de investidores privados nas receitas do Mundial. Certo é que a abertura africana confere novo fôlego ao debate — e poderá marcar a diferença no alinhamento político entre confederações quando a FIFA avançar para os próximos passos do seu processo de consulta.

O que acontece a seguir

O Comité Executivo da CAF irá analisar a proposta da FIFA na próxima semana, o que poderá levar a deliberações mais amplas sobre a implementação do projeto. A CAF também incentivou as federações africanas a se envolverem no processo de consulta do programa 'FIFA Forward Enterprise', o que poderá resultar em uma posição unificada ou divergente entre as federações do continente. O resultado dessas discussões poderá ter repercussões significativas nas receitas do Mundial e na forma como o futebol é financiado em África.

Perguntas frequentes

O que aconteceu com a CAF e o projeto da FIFA?

A CAF mostrou abertura ao projeto da FIFA que propõe ceder quotas das receitas da Copa do Mundo a investidores privados, diferenciando-se de outras confederações que se opuseram.

Quem confirmou a abertura da CAF ao projeto da FIFA?

A confirmação veio da própria Confederação Africana de Futebol (CAF) através de um comunicado.

Por que a CAF está considerando o projeto agora?

A CAF está considerando o projeto como uma oportunidade para aumentar os recursos financeiros e os instrumentos disponíveis para o crescimento do futebol em África e no resto do mundo.

Quais mudanças a CAF está propondo em relação ao projeto?

A CAF convidou todas as federações nacionais do continente a examinarem o projeto e a participarem ativamente no processo de consulta lançado pela FIFA.

Qual é a prioridade da CAF ao avaliar o projeto da FIFA?

A prioridade da CAF permanece inalterada: aumentar os recursos financeiros e os instrumentos disponíveis para o crescimento do futebol.

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