Trump exige outro Mundial nos Estados Unidos "imediatamente" e
De acordo com Sports.
Contexto
Donald Trump, como presidente dos EUA, está a tentar influenciar a agenda do futebol internacional, propondo um novo Mundial no seu país. A sua presença e envolvimento em eventos de futebol, como a final da Copa do Mundo, sublinham a crescente importância do desporto na cultura americana e a sua capacidade de mobilizar apoio político e popular.
Por que isto importa
A proposta de Donald Trump para um novo Mundial nos Estados Unidos levanta questões sobre a viabilidade de alterar as regras da FIFA, que atualmente proíbem o país de sediar o torneio até 2038. Este apelo reflete o crescente interesse pelo futebol nos EUA, especialmente com a aproximação da Copa do Mundo 2026, que promete ser um evento marcante com a participação de 48 seleções. A presença de Trump na final entre Argentina e Espanha também destaca a interseção entre política e desporto, especialmente em eventos de grande escala como o Trump Mundial EUA.
Principais conclusões
- Trump exige outro Mundial nos Estados Unidos "imediatamente" e.
- Presidente dos EUA defende novo Mundial no país já no seu mandato, apesar das regras de rotação da FIFA, e antecipa triunfo da Argentina frente à Espanha na final.
- Trump demands another World Cup in United States ‘immediately’ - Yahoo Sports.
Donald Trump defendeu que a Copa do Mundo deve regressar aos Estados Unidos “imediatamente” e garantiu que irá apresentar a ideia diretamente a Gianni Infantino. Em entrevista pré-jogo à Fox Sports, o presidente norte-americano disse ter uma “grande ideia” para o líder da FIFA, insistindo que a procura e o ambiente no torneio justificam um novo Mundial em solo norte‑americano já durante o seu mandato.
As próximas duas edições do Mundial já têm casa definida. Em 2030, o torneio será organizado por Marrocos, Portugal e Espanha, com jogos inaugurais na Argentina, no Paraguai e no Uruguai para assinalar o centenário da competição. Em 2034, a sede será a Arábia Saudita. Pelas regras atuais do processo de candidatura da FIFA, confederações que acolheram as duas edições anteriores não podem receber a seguinte. Assim, depois do Mundial de 2026 disputado nos Estados Unidos, México e Canadá (CONCACAF), os EUA não voltam a estar elegíveis antes de 2038.
Trump, que marcou presença no seu primeiro jogo deste verão na final entre Argentina e Espanha, adiantou ainda que iria entregar a taça à equipa vencedora. “Com base nos números, vamos solicitá-lo imediatamente”, afirmou, admitindo que uma decisão nesse sentido geraria “choque” e “raiva” em vários quadrantes. O presidente dos EUA sustentou o apelo com a ideia de estádios “a transbordar” de adeptos. Segundo dados da FIFA, o Mundial alargado a 48 seleções, distribuído por 16 cidades nos Estados Unidos, México e Canadá, registou uma assistência total de 6,6 milhões de espectadores — mais do que a soma das duas edições anteriores.
Na antevisão da final, Trump arriscou mesmo um prognóstico: apontou a Argentina como favorita para bater a Espanha e revalidar o título, sublinhando ser “difícil apostar contra Messi”. O tema do relacionamento do presidente norte‑americano com Infantino somou-se às várias polémicas que marcaram a preparação do torneio, entre críticas aos preços dos bilhetes e questões relacionadas com vistos de entrada, entre outros dossiês extradesportivos.
Apesar do apelo, a intenção de repetir o Mundial nos EUA a tão curto prazo esbarra nos regulamentos em vigor e no princípio de rotação entre confederações. Qualquer alteração exigiria mudanças profundas nos critérios de candidatura, além de aprovação nos órgãos decisórios da FIFA. Ainda assim, as declarações de Trump alimentam o debate sobre o legado do Mundial de 2026, que bateu recordes de assistência e reforçou a capacidade organizativa norte‑americana, e sobre quando os Estados Unidos poderão voltar a receber a maior competição de seleções do futebol mundial.
Com 2030 e 2034 já entregues — incluindo a presença de Portugal no consórcio ibero‑magrebino —, a discussão desloca-se agora para o médio prazo. Para já, porém, o calendário da FIFA mantém a rotação geográfica, o que coloca 2038 como a primeira janela possível para um novo Mundial nos Estados Unidos.
O que acontece a seguir
Trump planeia apresentar a sua ideia a Gianni Infantino, o presidente da FIFA, o que poderá gerar debates sobre as regras de rotação de sedes do torneio. Enquanto isso, a atenção estará voltada para a Copa do Mundo 2026, que se realizará nos EUA, México e Canadá, e que poderá influenciar a forma como o futebol é percebido e promovido na América do Norte. A proposta de Trump poderá ser vista como uma tentativa de capitalizar o entusiasmo em torno do futebol antes do torneio, mas enfrenta desafios significativos devido às normas da FIFA.
Perguntas frequentes
O que Donald Trump exigiu sobre a Copa do Mundo?
Donald Trump exigiu que a Copa do Mundo regressasse aos Estados Unidos 'imediatamente'.
Quem confirmou a proposta de Trump para a FIFA?
Donald Trump afirmou que irá apresentar a sua ideia diretamente a Gianni Infantino, o líder da FIFA.
Por que Trump está fazendo essa proposta agora?
Trump acredita que a procura e o ambiente no torneio justificam um novo Mundial em solo norte-americano durante o seu mandato.
Quais são as próximas edições da Copa do Mundo?
As próximas edições da Copa do Mundo serão organizadas por Marrocos, Portugal e Espanha em 2030, e pela Arábia Saudita em 2034.
Que mudanças nas regras da FIFA afetam a candidatura dos EUA?
Após o Mundial de 2026, os EUA não poderão sediar a próxima edição até 2038, devido às regras que proíbem confederações que acolheram as duas edições anteriores de receber a seguinte.