Itália recomeça com Mancini de volta
De acordo com Tuttomercatoweb.
Por que isto importa
O regresso de Roberto Mancini ao comando da seleção italiana é crucial, especialmente num momento em que a Azzurra enfrenta desafios significativos na UEFA Nations League. Com um grupo forte, que inclui Bélgica, França e Turquia, o foco estará em evitar a descida e restaurar a confiança dos adeptos. A combinação de veteranos e jovens jogadores poderá ser a chave para reacender o entusiasmo em torno da seleção.
Principais conclusões
- Itália recomeça com Mancini de volta.
- Mancini anuncia amanhã os primeiros convocados do seu segundo ciclo na Itália.
- L'Italia riparte dal Mancini-bis: domani i convocati. La probabile lista azzurra.
A Itália prepara-se para a segunda era de Roberto Mancini ao leme da seleção. O novo (e antigo) selecionador divulgará amanhã a primeira convocatória deste ciclo, tendo como estreia marcada a 25 de setembro na Nations League, contra a Bélgica. Num grupo de elevado grau de dificuldade, que inclui igualmente França e Turquia, o objetivo imediato passa por evitar a descida e, sobretudo, por reacender o entusiasmo em torno da Azzurra através de um futebol positivo, num momento em que a federação vive dias conturbados. Esse contexto, sublinhe-se, não coloca em causa a validade da nomeação do treinador, que deverá até ser confirmada por um eventual comissário.
Com quatro jogos em vinte dias no calendário, a lista será alargada (cerca de 31 a 33 nomes) e construída, em teoria, para um 4-3-3, embora Mancini não feche a porta a uma linha de três centrais, em linha com tendências recentes do campeonato italiano. O selecionador pretende manter um núcleo de jogadores experientes, ao mesmo tempo que integra sangue novo. Ainda assim, respeitará o trabalho da seleção sub-21 orientada por Silvio Baldini: não retirará elementos-chave, com a exceção de Michael Kayode, chamado pela ausência de Marco Palestra. Permanecem na sub-21, entre outros, Cissé, Koleosho, Palmisano, Daffara e Raimondo.
Na baliza, a hierarquia está definida: Donnarumma parte como titular, com Vicario e Carnesecchi a discutirem a vaga de suplente. Há espaço para um quarto guarda-redes jovem, oriundo da Serie A, com Pessina (Bologna) apontado ao lugar.
No setor defensivo, contam-se entre os senadores Bastoni, Mancini, Di Lorenzo, Calafiori e Dimarco. Buongiorno ficará de fora, ao passo que Coppola, em bom plano em Paris, tem a porta aberta. Ghilardi (Roma) surge com fortes possibilidades de estreia, tal como o já referido Kayode, e da Premier League chega também Udogie.
No meio-campo, pesa a ausência de Locatelli, mas haverá opções de qualidade: Barella, Tonali, Cristante e Frattesi estão bem colocados. A chamada de Fagioli (Fiorentina) é dada como segura e este é o setor com mais novidades: Romano (Cagliari), recentemente ‘resgatado’ à seleção suíça, e Issa Doumbia, ex-Venezia e atualmente no Sporting, estão na calha.
Nas alas e no apoio ao avançado, Zaccagni é o único com lugar garantido. Bernardeschi tem poucos contratempos rumo à lista, enquanto Zaniolo não entrará nestas contas. Não será ainda o momento de Chiesa e Orsolini e, salvo surpresa, Gnonto também não avançará. Cambiaghi perfila-se como forte candidato; Vergara e Politano disputam uma vaga, com vantagem para o primeiro, e Cancellieri merece atenção.
Na frente, há duas certezas: Kean e Pio Esposito. Mateo Retegui, descoberto por Mancini na primeira passagem, seria outro nome seguro, mas será avaliado em estágio. Raspadori deverá constar, tal como dois jovens: Samuele Inacio (confirmado) e Ali Zoma, goleador do Nuremberga na 2. Bundesliga e, provavelmente, a principal surpresa desta convocatória.
Entre prudência e ambição, Mancini quer devolver identidade e alegria à Azzurra. A primeira lista, a sair amanhã, revelará até que ponto o plano de misturar veterania com talento emergente pode devolver à Itália a competitividade e a chama que a nova campanha na Nations League exige.
O que acontece a seguir
Amanhã, Mancini divulgará a sua primeira convocatória, que deverá incluir cerca de 31 a 33 jogadores. A estreia na UEFA Nations League está marcada para 25 de setembro, e o treinador planeia implementar um estilo de jogo positivo. A gestão cuidadosa do plantel, respeitando o trabalho da seleção sub-21, será fundamental para o sucesso a longo prazo da Azzurra.
Perguntas frequentes
Qual é a data do próximo jogo da Itália na UEFA Nations League?
A estreia da Itália na UEFA Nations League está marcada para 25 de setembro contra a Bélgica.
Quem é o treinador da seleção italiana atualmente?
O treinador da seleção italiana é Roberto Mancini, que está de volta ao leme da Azzurra.
Qual é o objetivo da Itália na UEFA Nations League?
O objetivo imediato da Itália é evitar a descida e reacender o entusiasmo em torno da seleção através de um futebol positivo.
Quantos jogadores serão convocados para a seleção italiana?
A lista de convocados será alargada para cerca de 31 a 33 nomes.
Quem são os guarda-redes convocados para a seleção italiana?
Os guarda-redes convocados incluem Donnarumma como titular, com Vicario e Carnesecchi a disputarem a vaga de suplente.