França vira e goleia a Bélgica no quarto de hora final
De acordo com Nos.
Contexto
A França, sob a liderança de Zinédine Zidane, demonstrou uma profundidade de elenco ao conseguir uma virada impressionante, mesmo sem Kylian Mbappé. A inclusão de jovens talentos como Michael Olise e Rayan Cherki poderá ter um impacto significativo na temporada, especialmente em competições como a Liga das Nações. A Bélgica, com a estreia de Maarten Vandevoordt, também está em um momento de transição, buscando novas soluções para manter a competitividade.
Por que isto importa
A vitória da França sobre a Bélgica na Liga das Nações é crucial para a sua posição no grupo, consolidando a terceira vitória e aumentando a confiança da equipa. O impacto do jogo foi acentuado pela capacidade de Zidane em fazer substituições eficazes, que mudaram o rumo da partida no final. Este resultado também destaca a luta da Bélgica, que, apesar das ausências de De Bruyne e Tielemans, mostrou resiliência até os momentos finais.
Principais conclusões
- França vira e goleia a Bélgica no quarto de hora final.
- França dá a volta e vence a Bélgica por 4-1 na Liga das Nações; Itália supera a Turquia (3-1).
- Frankrijk slaat in slotkwartier hard toe tegen dappere Belgen, ook Italië wint.
A França somou a terceira vitória no grupo da Liga das Nações ao bater a Bélgica por 4-1, em Paris, num jogo que só se decidiu no quarto de hora final. No Stade de France, a equipa orientada por Zinédine Zidane esteve em desvantagem durante largos minutos e virou com impacto direto de três suplentes: Michael Olise, Rayan Cherki e Désiré Doué. Em Bolonha, a Itália confirmou a boa reação recente ao vencer a Turquia por 3-1.
O encontro em Saint-Denis acabou por ser uma réplica do que acontecera a 28 de setembro, em Bruxelas: os belgas resistiram com bravura, mas voltaram a ceder perto do fim. O selecionador Van Bommel viu-se obrigado a mexer profundamente no onze dos Diabos Vermelhos, privado dos suspensos Kevin De Bruyne e Youri Tielemans. Ao todo, a Bélgica apresentou seis alterações face ao triunfo sobre a Turquia, incluindo a estreia de Maarten Vandevoordt na baliza, preferido, por acordo prévio, a Senne Lammens.
Do lado francês, Zidane geriu o plantel e deixou alguns pesos pesados no banco. Sem o lesionado Kylian Mbappé, o técnico reservou também Mike Maignan, Désiré Doué e Michael Olise para a segunda parte. Ainda assim, os Bleus controlaram a primeira metade e dispuseram de uma ocasião flagrante por Bradley Barcola aos 16 minutos, negada por Vandevoordt. Contra a corrente, a Bélgica adiantou-se aos 35': Roméo Lavia descobriu Dodi Lukébakio com um passe teleguiado nas costas da defesa e o avançado finalizou com classe.
Após o intervalo, a França manteve a iniciativa, enquanto a Bélgica explorou a velocidade de Diego Moreira em transições. Passada a hora de jogo, Zidane lançou Olise e Cherki para os lugares de Ousmane Dembélé e Maghnes Akliouche e o cerco intensificou-se. Vandevoordt ainda travou remates de Olise e Cherki, e Barcola atirou ligeiramente ao lado numa transição rapidíssima.
O muro belga ruiu aos 77 minutos: Désiré Doué, também ele saído do banco, rematou colocado de fora da área para o 1-1. Embalada pela igualdade, a França precisou de apenas mais dois minutos para consumar a reviravolta. Olise trabalhou pela direita e serviu Rayan Cherki, que empurrou para o 2-1. Já aos 88', o próprio Olise assinou o 3-1, abrindo definitivamente o jogo. Em cima do apito, o extremo do Bayern bisou e estabeleceu o 4-1, após excelente jogada individual de Doué, numa sequência que arrancou aplausos do próprio Zidane.
Na outra partida do grupo, disputada em Bolonha, a Itália somou o segundo triunfo frente à Turquia, por 3-1. Gianluca Scamacca, Riccardo Calafiori e Francesco Pio Esposito apontaram os golos transalpinos, enquanto Aral Simsir reduziu para os turcos. Depois de ter segurado um empate 1-1 em Paris diante da França na jornada anterior, a formação de Roberto Mancini confirma sinais de subida.
Com este resultado em Paris, a França reforça a liderança no grupo da Liga das Nações e volta a exibir a profundidade do seu elenco, resolvendo um jogo complicado com armas saídas do banco. A Bélgica, corajosa e competitiva apesar das ausências de peso, resistiu enquanto pôde, mas não conseguiu conter a avalanche final gaulesa.
O que acontece a seguir
Com esta vitória, a França olha para o futuro com um bom ânimo, enquanto se prepara para os próximos desafios na Liga das Nações. A Bélgica, por outro lado, terá que reavaliar sua estratégia e formação, especialmente com as lesões e suspensões que afetaram a sua performance. O próximo encontro será crucial para ambas as equipas, pois cada ponto conta na corrida pela qualificação.
Perguntas frequentes
Qual foi o resultado do jogo França vs Bélgica?
A França venceu a Bélgica por 4-1.
Como ficou a classificação do grupo da Liga das Nações após o jogo?
A França somou a terceira vitória no grupo da Liga das Nações com esta vitória.
Quando é o próximo jogo da França na Liga das Nações?
O próximo jogo da França na Liga das Nações ainda não foi mencionado no artigo.
Quem marcou o primeiro golo do jogo entre França e Bélgica?
O primeiro golo foi marcado por Dodi Lukébakio da Bélgica aos 35 minutos.
Quais jogadores da Bélgica estavam ausentes neste jogo?
Kevin De Bruyne e Youri Tielemans estavam suspensos e não participaram do jogo.
