Deschamps falha feito histórico de três finais como selecionador;
De acordo com Vi.
Contexto
Didier Deschamps, que já levou a França a vitórias em 2018 e uma derrota em 2022, agora permanece com duas finais no currículo, um feito que o coloca ao lado de grandes treinadores da história do futebol. A possibilidade de Scaloni se juntar a esse grupo é uma narrativa que pode moldar o futuro da seleção argentina, especialmente com a Copa do Mundo 2026 no horizonte.
Por que isto importa
A eliminação da França nas meias-finais da Copa do Mundo 2026 é um momento significativo para Didier Deschamps, que falhou em se tornar o primeiro treinador a alcançar três finais do Mundial. Esta derrota não apenas impede Deschamps de entrar para a história, mas também destaca a competitividade do torneio, onde seleções como a Espanha continuam a mostrar sua força. A possibilidade de Scaloni igualar esse feito com a Argentina adiciona uma camada extra de emoção à competição.
Principais conclusões
- Deschamps falha feito histórico de três finais como selecionador;.
- França de Deschamps caiu frente à Espanha e o técnico não alcança a terceira final do Mundo.
- Frankrijk feature in the latest Copa do Mundo 2026 developments.
Didier Deschamps ficou a um passo de um feito inédito. A derrota da França perante a Espanha nas meias-finais impediu o selecionador gaulês de se tornar o primeiro treinador a alcançar três presenças em finais de um Campeonato do Mundo. Deschamps já tinha conduzido os Bleus ao jogo decisivo em 2018, coroando-se campeão contra a Croácia, e em 2022, quando perdeu o troféu para a Argentina após desempate por penáltis.
Com este desfecho, o técnico francês permanece no lote de treinadores com duas finais do Mundial no currículo, onde figuram nomes ilustres como Vittorio Pozzo, Carlos Bilardo, Franz Beckenbauer, Helmut Schön e Mário Zagallo. Entre eles, apenas Pozzo ergueu a Taça em duas ocasiões como selecionador — ambas com a Itália, em 1934 e 1938, um duplo que ninguém mais repetiu até hoje. Beckenbauer atingiu as decisões de 1986 e 1990 pela Alemanha (campeão em 1990), Bilardo comandou a Argentina às finais de 1986 (título) e 1990, Schön levou a então Alemanha Ocidental aos jogos decisivos de 1966 e 1974 (campeão em 1974) e Zagallo esteve nas finais de 1970 (título com o Brasil) e 1998 (derrota frente à França).
Quem ainda pode escrever mais uma página relevante nesta edição é Lionel Scaloni. Se a Argentina eliminar a Inglaterra na meia-final de quarta-feira, o técnico albiceleste garante a segunda final consecutiva e entra nesse restrito grupo de treinadores com duas decisões do Mundial. Mais: um eventual triunfo no domingo permitir-lhe-ia igualar o lendário Vittorio Pozzo como bicampeão do mundo no banco. Recorde-se que o último país a defender com sucesso o título foi o Brasil, em 1962, embora com treinadores diferentes entre 1958 (Vicente Feola) e 1962 (Aymoré Moreira) — razão pela qual a dobradinha de Pozzo continua única entre selecionadores.
Do outro lado, também há matéria para os livros de história. Thomas Tuchel, atual selecionador da Inglaterra, procura tornar-se o primeiro treinador estrangeiro a sagrar-se campeão do mundo ao comando de um país que não o seu. Até hoje, nenhum selecionador não-nativo conquistou a Taça do Mundo. Ernst Happel esteve perto em 1978, quando levou os Países Baixos à final, perdida no prolongamento diante da Argentina.
Assim, enquanto a Espanha aguarda por adversário na final após derrubar a França, todas as atenções viram-se para o embate entre Argentina e Inglaterra. Em jogo estarão não só um lugar no encontro decisivo, mas também marcos históricos de peso para Scaloni e Tuchel. Para Deschamps, fica a frustração de ver escapar a terceira final da carreira, num Mundial que, uma vez mais, não deixa de produzir narrativas e recordes à altura do maior palco do futebol mundial.
O que acontece a seguir
Com a Argentina enfrentando a Inglaterra nas meias-finais, Lionel Scaloni tem a chance de garantir sua segunda final consecutiva na Copa do Mundo 2026. Se a Argentina vencer, Scaloni se juntará a um seleto grupo de treinadores com duas presenças na final, podendo até igualar Vittorio Pozzo em títulos. A expectativa é alta, pois uma vitória não só solidificaria a posição de Scaloni, mas também aumentaria a rivalidade histórica entre Argentina e Inglaterra.
Perguntas frequentes
O que aconteceu com Didier Deschamps nas meias-finais?
Didier Deschamps e a França foram derrotados pela Espanha nas meias-finais, impedindo-o de alcançar a terceira final de um Campeonato do Mundo como selecionador.
Quem confirmou a derrota da França?
A derrota da França foi confirmada pelo resultado do jogo nas meias-finais contra a Espanha.
Por que é importante a próxima partida de Scaloni?
A próxima partida de Scaloni é importante porque, se a Argentina vencer a Inglaterra, ele garantirá a segunda final consecutiva e poderá igualar Vittorio Pozzo como bicampeão do mundo.
Quais mudanças podem ocorrer se Scaloni vencer?
Se Scaloni vencer a Inglaterra, ele se juntará ao grupo restrito de treinadores com duas finais do Mundial e terá a chance de se tornar bicampeão.
Qual é o feito histórico que Deschamps falhou em alcançar?
Deschamps falhou em se tornar o primeiro treinador a alcançar três finais de um Campeonato do Mundo como selecionador.
