A estreia do Uruguai no Mundial 2026 não deu que falar apenas pelo empate com a Arábia Saudita. Nas horas seguintes ao jogo, multiplicaram-se críticas à FIFA por um alegado erro na bandeira celeste utilizada durante o cerimonial dos hinos e na entrada das equipas em campo.
A denúncia partiu da conta de Instagram “Cosas del Paisito”, que destacou que as listas horizontais da grande bandeira uruguaia exibida no relvado apresentavam um tom de azul consideravelmente mais claro do que o definido no estandarte oficial do país. O detalhe não passou despercebido aos adeptos, atentos aos símbolos nacionais, e rapidamente gerou debate nas redes sociais sobre o rigor da organização em eventos desta dimensão.
O episódio somou-se a uma particularidade do mesmo encontro: a Arábia Saudita solicitou que a sua bandeira não fosse pousada no relvado durante a cerimónia, pedido que levou a uma alteração do protocolo oficial.
Não é, de resto, a primeira vez que a FIFA se vê envolvida num incidente relacionado com os símbolos do Uruguai. Em 2015, no Mundial Sub-20, foi utilizada uma versão gráfica incorreta da bandeira, ilustrada com doze listas em vez das nove regulamentares, situação pela qual a entidade viria a apresentar um pedido de desculpas oficial.